O dólar voltou a ganhar força e se aproxima dos R$ 5,20 no mercado à vista, após atingir máxima intradiária de R$ 5,1969 pouco antes do fechamento deste texto. Outubro começa com o Brent perto de US$ 100 o barril, o juro do Treasury de 10 anos acima de 5,3% e o dólar em alta no exterior, cenário que favorece uma demanda cambial mais defensiva, segundo o economista Lucas Galdino, especialista de Câmbio na B&T XP.
O indicador PCE, dos EUA, abaixo do esperado ontem reduziu a pressão por uma alta do Fed, mas o alívio perdeu força com o avanço do petróleo e dos juros longos americanos hoje, relata.
No Brasil, Galdino destaca que o cenário eleitoral e o fluxo para ativos locais ajudaram a manter o dólar ante o real praticamente estável em setembro e, agora, as atenções se voltam para o payroll dos EUA, amanhã, próximo grande teste para os mercados.