O mercado pecuário brasileiro vive momentos distintos entre as diferentes praças e categorias de animais. Na ponta da reposição, a baixa disponibilidade de lotes jovens continua impulsionando os preços do bezerro e do garrote, garantindo a sustentação dos valores pagos na cria e recria em várias regiões do país.
Já nas praças de terminação para abate, a dinâmica exige maior atenção do pecuarista. No estado de São Paulo, o mercado físico registrou alguma pressão de baixa nas ofertas por conta da postura mais cautelosa das indústrias frigoríficas na formação de suas escalas semanais.
Contudo, analistas ponderam que a oferta total de animais gordos prontos para o gancho permanece restrita na maioria dos estados vizinhos, o que pode conter tentativas mais severas de desvalorização e dar suporte aos preços da arroba no curto prazo.
Para analisar a movimentação das escalas de abate e o comportamento da reposição, Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Ronaty Makuko. Confira as projeções no vídeo a seguir: