
A oferta de raízes segue abaixo da demanda industrial, cenário que intensifica a disputa pela matéria-prima entre as empresas e os fluxos regionais, impulsionando os preços. Segundo o Cepea, o menor interesse dos produtores pela comercialização, sobretudo de mandioca de primeiro ciclo, e o avanço do plantio em detrimento da colheita também reforçam esse movimento. Assim, de acordo com o Centro de Pesquisas, o preço médio subiu pela sexta semana consecutiva e atingiu o patamar nominal mais alto deste ano.
De acordo com pesquisadores do Cepea, a menor disponibilidade de raízes também limitou a produção e os estoques de fécula e de farinha, contribuindo para a valorização dos derivados.
Fonte: Cepea