
São Paulo, 10 de agosto de 2026 – As exportações brasileiras de carne suína alcançaram 131,5 mil toneladas em julho, volume 3,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando foram embarcadas 126,8 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita chegou a US$ 298,3 milhões, queda de 5,6% na comparação anual, ante US$ 316,1 milhões em julho de 2025.
No acumulado de janeiro a julho, os embarques totalizaram 925,6 mil toneladas, crescimento de 9,1% em relação às 848,8 mil toneladas registradas no mesmo período de 2025. A receita alcançou US$ 2,158 bilhões, avanço de 5,8% sobre os US$ 2,040 bilhões registrados no ano anterior.
As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em julho, com 20,3 mil toneladas, seguidas por Japão, com 18,4 mil toneladas; Chile, com 13,9 mil toneladas; China, com 9,1 mil toneladas; Argentina, com 6,5 mil toneladas; México, com 6,3 mil toneladas; Hong Kong, com 6,2 mil toneladas; e Uruguai, com 6,2 mil toneladas.
“O desempenho de julho confirma a trajetória de crescimento dos embarques de carne suína brasileira. O avanço do volume e a diversificação dos destinos demonstram a competitividade do setor e a capacidade de ampliar sua presença em mercados tradicionais e em novos mercados. A evolução das vendas para o Japão, a Argentina, o Peru, a África do Sul e outros destinos reforça a importância da abertura e da consolidação de oportunidades comerciais para a suinocultura brasileira”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.
Em julho, Santa Catarina liderou as exportações brasileiras de carne suína por Estado, com 64,6 mil toneladas, alta de 0,2% em relação ao mesmo mês de 2025. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,4 mil toneladas (+0,2%); o Paraná, com 21,7 mil toneladas (+15,3%); Minas Gerais, com 4,2 mil toneladas (+24,4%); e Mato Grosso, com 3,8 mil toneladas (+35,7%).
Informações: ASCOM ABPA