Os contratos futuros da soja abriram a sessão em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). A pressão vendedora continua sendo exercida pelas condições climáticas bastante favoráveis no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que consolidam a perspectiva de uma safra cheia e sem grandes sobressaltos no país norte-americano.
Nem mesmo a reação alta nos preços do petróleo no mercado internacional foi capaz de sustentar uma recuperação consistente para a oleaginosa. Com os investidores focados no desenvolvimento das lavouras do Hemisfério Norte, as cotações em Chicago permanecem travadas em patamares mais baixos.
No mercado disponível brasileiro, o cenário é de pura cautela. De um lado, os produtores seguram os estoques e só realizam vendas pontuais para fazer caixa; do outro, as indústrias e tradings operam de forma seletiva, aguardando novos gatilhos da demanda e da volatilidade do câmbio.
Para entender as melhores táticas de comercialização diante desse cenário travado, o apresentador Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Ronaldo Fernandes. Assista à análise completa no vídeo e planeje suas vendas: