O mercado da soja segue atento aos movimentos da demanda internacional após a confirmação da venda de 132 mil toneladas da safra 2026/27 dos Estados Unidos para a China, anunciada nesta quinta-feira. Apesar do novo negócio, as cotações continuam pressionadas pela queda do petróleo, pela fraqueza do mercado de óleos vegetais e pelas previsões de condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas. Mesmo com a redução do índice de lavouras classificadas como boas ou excelentes, que passou de 66% para 63% em uma semana, o cenário ainda não foi suficiente para impulsionar os preços na Bolsa de Chicago. Sobre esse assunto, Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Aaron Edwards. Veja.