Os contratos futuros da soja mantêm trajetória de pressão na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O movimento reflete a combinação de realização de lucros por parte dos investidores, queda no preço do petróleo e fraqueza no mercado internacional de óleos vegetais.
Embora o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) tenha reduzido o índice de lavouras em condições boas ou excelentes de 66% para 63%, o mercado segue apostando em uma grande safra no país. As previsões de chuvas no Meio-Oeste norte-americano reforçam o otimismo com a produtividade. A demanda vinda da China ajuda a sustentar os preços, mas os prêmios nos portos brasileiros e as oscilações do dólar prometem manter a volatilidade alta.
Confira a análise do especialista Ginaldo Souza em conversa com Fabiano Reis: