Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) seguem em forte ritmo de valorização. O grão ganha impulso em uma combinação de fatores externos positivos, mantendo o mercado rodando muito próximo das cotações mais altas registradas desde 2024.
Os pilares para essa alta são expressivos: a forte valorização do óleo de soja, o salto nos preços do petróleo no mercado internacional e, principalmente, a apreensão climática no Hemisfério Norte. A previsão de ondas de calor intenso nas principais regiões produtoras dos Estados Unidos gera dúvidas sobre o rendimento das lavouras americanas em momento crucial de desenvolvimento.
Para entender a força dessa tendência e descobrir como o produtor brasileiro pode aproveitar esse movimento para travar bons preços, Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Raphael Mandarino. Confira a entrevista completa e acompanhe os desdobramentos do mercado: