O setor sucroenergético brasileiro segue atento ao comportamento das exportações de açúcar e à oferta de etanol no mercado interno. A demanda internacional, as oscilações dos preços e a competitividade do produto brasileiro no exterior são fatores que influenciam a comercialização do açúcar. Já no mercado de etanol, a disponibilidade do biocombustível, o consumo doméstico e a relação de preços com a gasolina ajudam a determinar o ritmo das negociações. Diante desse cenário, as usinas acompanham as condições de mercado e avaliam as melhores estratégias de produção e comercialização para garantir maior rentabilidade. Sobre esse assunto, Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Maurício Muruci. Veja.