O Julius Baer Gruppe informou que pretende lançar um programa de recompra de ações após o regulador financeiro da Suíça encerrar uma investigação sobre a gestão de risco de crédito e os procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro do banco.
A autoridade supervisora, a Finma, afirmou nesta terça-feira, 29, que a apuração identificou graves falhas na gestão de risco de crédito relacionadas a empréstimos concedidos pelo Julius Baer a um grupo europeu e ao seu fundador, além de violações de obrigações de combate à lavagem de dinheiro vinculadas a relações com clientes que envolviam dois russos politicamente expostos (PEPs, na sigla em inglês).
Segundo a Finma, serão confiscados cerca de 10 milhões de francos suíços (US$ 12 milhões) em lucros obtidos pelo banco com esses clientes russos, e o Julius Baer deverá manter capital adicional de 250 milhões de francos.
A proibição temporária de iniciar novas relações com PEPs de países de alto risco, imposta no ano passado, será retirada de forma gradual, acrescentou o regulador.
Em comunicado, o Julius Baer disse que reconhece as conclusões da Finma e afirmou ter atuado de maneira proativa para tratar os pontos levantados, que teriam ocorrido antes da nomeação da atual administração.
O banco também informou que está buscando aprovação da Finma para lançar a recompra de ações, já que a nova exigência de capital adicional, de 250 milhões de francos, é menor do que a exigência anterior, de 500 milhões. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado