A comercialização do café no mercado físico brasileiro atravessa um período de ritmo significativamente cadenciado. A baixa movimentação de negócios é explicada pela divergência entre os preços oferecidos pelos compradores e as tabelas desejadas pelos produtores para cobrir os custos de produção e garantir margem.
Diante das cotações praticadas atualmente, a estratégia da maioria dos cafeicultores tem sido segurar os lotes estocados em fazendas e cooperativas, aguardando janelas de oportunidade mais vantajosas para negociar a safra.
Essa postura defensiva do setor produtivo reduz a liquidez no mercado físico, forçando as indústrias e tradings a avaliarem o momento ideal para reajustar suas propostas.
Para analisar os fatores que estão segurando os preços e orientar o produtor sobre o momento certo de voltar às vendas, Fabiano Reis conversou com o analista de mercado Haroldo Bonfá. Veja as recomendações completas assistindo ao vídeo a seguir: