O mercado físico do boi gordo atravessa um momento de firmeza nas cotações em diversas regiões do país. O principal combustível para essa trajetória de alta é a escassez de animais prontos para atender à escala das indústrias frigoríficas, fruto de uma mudança estratégica do pecuarista dentro da porteira.
Com o mercado de reposição aquecido e o preço do bezerro em valorização, o produtor rural passou a segurar vacas e novilhas nas propriedades para focar na produção de novos lotes. Essa retenção de fêmeas encurtou a oferta global de bovinos para o abate, garantindo maior poder de barganha a quem tem gado acabado para negociar.
Essa dinâmica entre oferta restrita e demanda mantida deve continuar ditando o tom das negociações nas próximas semanas.
O analista de agronegócio João Pedro Cuthi Dias detalha esse cenário e traz as perspectivas para as cotações. Confira a análise completa e prepare suas vendas no vídeo a seguir: