Sem a China e com férias coletivas nos frigoríficos: para onde vai o preço do boi?

Fim da cota de exportação para os chineses e escassez de animais prontos travam abates e acendem alerta para os próximos meses

31/07/2026 às 13:41 atualizado por Junior Souza - SBA | Siga-nos no Google News
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O mercado físico do boi gordo atravessa um momento de transição e incertezas em todo o país. A combinação entre o esgotamento próximo da cota de exportação de carne bovina para a China, a escassez de lotes terminados no campo e o encurtamento das escalas de abate desenha um cenário desafiador para pecuaristas e indústrias.

Para ajustar as operações e evitar estoques parados diante da ausência temporária do seu maior comprador global, diversos frigoríficos pelo Brasil começaram a conceder férias coletivas em suas unidades. A medida reduz drasticamente o ritmo diário de abates e deixa o produtor em dúvida sobre a liquidez e o comportamento das cotações da arroba no curto e médio prazo.

Com o principal destino das nossas exportações fora do jogo momentaneamente, a grande questão do setor é entender como o mercado interno e outros países importadores vão absorver a oferta restante.

Para projetar os rumos da pecuária nos próximos meses e ajudar o produtor a se planejar, Valeria Benites conversou com o analista de mercado Fernando Iglesias. Entenda o cenário completo e veja as recomendações assistindo ao vídeo abaixo:


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