O mercado do milho enfrenta um momento de forte instabilidade nas cotações. As incertezas decorrentes de conflitos geopolíticos pelo mundo continuam afetando os custos logísticos, o apetite dos investidores e o comércio global, gerando reflexos imediatos nos contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT).
Essa turbulência vinda de fora desembarca diretamente nos portos e praças brasileiras. Por aqui, a formação do preço pago ao produtor precisa equilibrar os ruídos internacionais com os fundamentos locais: a oferta vinda da safrinha, o ritmo dos embarques para exportação e a demanda das indústrias de ração e etanol.
Para ajudar você a entender essa teia de fatores e antecipar as tendências para o grão, Fabiano Reis entrevistou o analista de mercado Paulo Molinari. Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo: