
O mercado produtor de feijão apresenta cenários bem distintos para os dois tipos mais consumidos no país. Segundo análise do Cepea, a entrada gradual da terceira safra aumentou a oferta no campo e pressionou para baixo as cotações do feijão carioca.
Já a situação do feijão-preto é oposta. A confirmação de uma safra menor manteve os preços firmes ao produtor. No entanto, o Cepea alerta que o ritmo moderado do consumo na ponta final impede altas mais fortes para a variedade escura.
Descompasso com os supermercados: Enquanto os preços pagos aos produtores nas fazendas já refletem a maior oferta e a cautela dos compradores, o consumidor final ainda não sente todo esse alívio. Nos supermercados, o preço da prateleira ainda embute as altas acumuladas durante a primeira e a segunda safras, mostrando um atraso no repasse dessa queda ao consumidor.
Fonte: Cepea