O mercado internacional da soja voltou a operar em ritmo acelerado. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros do grão dão sinais de recuperação e voltam a testar a importante barreira psicológica dos US$ 12 por bushel. Esse movimento de alta é impulsionado pelas incertezas em torno do clima na safra norte-americana e pelas projeções globais associadas ao fenômeno El Niño.
No cenário doméstico, os produtores brasileiros precisam fazer contas diariamente. A variação constante do dólar frente ao real atua como uma faca de dois gumes: ora melhora a atratividade nas vendas para o exterior, ora encarece a compra de insumos importados para a próxima safra. Esse ambiente dinâmico exige cautela na hora de fechar negócios.
Para analisar as tendências de preços e o melhor momento para negociar a safra, o apresentador Fabiano Reis conversou com o analista de mercado João Henrique Teodoro. Descubra os próximos passos da oleaginosa assistindo à análise completa: