Mercado do boi gordo buscando definição

Apenas a cotação do "boi China" caiu, com queda de  R$ 2,00/@

14/07/2026 às 13:14 atualizado por Redação - SBA | Siga-nos no Google News
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O mercado abriu a terça-feira (14/7) com poucos negócios em São Paulo. Segundo análise da Scot Consultoria, parte das indústrias aguarda uma posição mais clara do escoamento da carne no mercado interno antes de lançar as ordens de compra. Houve tentativas de negociar abaixo dos preços de referência, mas os vendedores estão resistentes à comercialização nesses patamares. Apenas a cotação do "boi China" caiu, com queda de  R$ 2,00/@. O mercado especulado foi a causa. Para as demais categorias, a cotação não mudou.

O boi gordo está cotado em R$330,00/@, a vaca em R$307,00/@ e a novilha em
R$322,00/@. O “boi China” está comercializado em R$333,00/@. Ágio de R$3,00/@. As escalas de abate atendem, em média, a seis dias. Todos os preços são brutos e a prazo.

Pará
No estado do Pará, mercado está equilibrado entre oferta e demanda. Pelo lado da oferta, os pecuaristas mantêm uma postura retraída na comercialização. Já a demanda está devagar, diante do lento escoamento da carne. A única mudança foi na praça de Redenção, onde a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. 

Nas regiões de Marabá e Paragominas, a cotação não mudou. Nas regiões de Marabá e de Redenção, o boi gordo está cotado em R$318,00/@, a vaca em R$300,00/@ e a novilha em R$305,00/@. A arroba do “boi China” está em R$320,00, com ágio de R$2,00/@ em Marabá e
em Redenção. As escalas de abate, em ambas as regiões, atendem, em média, a quatro dias. Na região de Paragominas, o boi gordo está apregoado em R$325,00/@, a vaca
em R$305,00/@ e a novilha em R$310,00/@. As escalas de abate na região estão, em média, para oito dias. O “boi China” está negociado em R$330,00/@, com ágio de R$5,00/@.
Todos os preços são brutos e a prazo.

Exportação de carne bovina in natura
Até a segunda semana de julho, o volume exportado foi de 104,6 mil toneladas, com
uma média diária de 13,0 mil toneladas, aumento de 8,7% frente ao embarcado por
dia em julho de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,3 mil, alta de
15,0% na comparação com o mesmo período de 2025. 

Informações: Scot Consultoria


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