A partir de setembro, a União Europeia deixará de importar carnes e outros produtos de origem animal do Brasil. A decisão foi anunciada após meses de impasse nas negociações entre autoridades brasileiras e europeias sobre exigências sanitárias e regulatórias.
A medida acende um sinal de alerta para o agronegócio, mas especialistas avaliam que os impactos devem ser controlados. Isso porque a carne brasileira segue reconhecida mundialmente pela qualidade, competitividade e preços atrativos, fatores que favorecem a manutenção de mercados e a busca por novos compradores.
Para analisar os possíveis reflexos dessa decisão para o setor, Fabiano Reis conversou com o diretor da Athenagro, Maurício Nogueira. Confira: