O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicaram na quarta-feira (1º), o Caderno de Gás Natural do Plano Decenal de Expansão de Energia 2031 (PDE 2031).
Segundo o documento, as ofertas de gás no Brasil se mantêm positivas, apesar das perspectivas geradas pelo Novo Mercado de Gás e o novo marco setorial garantido com a Nova Lei do Gás e seu decreto regulamentador.
A oferta nacional de gás na malha integrada, do processamento da produção líquida dos campos onshore e offshore brasileiros, deve crescer mais de 100% nos próximos 10 anos.
A demanda pela malha integrada, somada aos segmentos residencial, comercial, industrial, de gás natural veicular (GNV), downstream e termelétrico, crescerá 5% ao ano no decênio. Ambas as perspectivas de demanda e oferta, se mantiveram estáveis na comparação ao PDE 2030.
O Brasil deve ampliar sua capacidade de importação de gás natural, diante do aumento da capacidade do terminal de GNL da Baía de Guanabara na malha integrada, e pela possível entrada de quatro novos terminais de GNL em operação no País, no decorrer dos próximos 10 anos.
Com informações do Ministério de Minas e Energia.