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Pecuária

China seguirá dependendo da carne suína brasileira, diz diretor de mercado da ABPA

Entrevista foi ao ar na quarta-feira (21), no Canal do Boi

22/07/2021 - 16:00 | Por Redação - SBA | Siga-nos no Google News

A Peste Suína Africana persiste nos rebanhos da China. Segundo a Agência Brasil, foram identificados 11 surtos, com novas variantes do vírus, no país asiático. Através de novos modelos de produção, a China tenta reconstituir a redução, de 40%, em seu rebanho de suínos, porém ainda segue dependendo do mercado externo para manter seus estoques de carne suína e bovina.

O diretor de mercado da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Luís Rua, falou sobre o assunto, ontem (21), em entrevista ao programa Mais Pecuária, do Canal do Boi.

“No acumulado de janeiro até maio deste ano, a China importou 10% a mais [de carne suína] do que no ano passado. Se a gente olhar para os volumes exportados pelo Brasil em 2021, nós já exportamos muito próximo das 300 mil toneladas, o que é um acréscimo de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso prova que a China continua comprando do Brasil, e de outros países. Hoje a China produz cerca de 40 milhões de toneladas e deve comprar do mundo em 2021, algo em torno de 5 milhões. O Brasil deve participar em 15% do volume total”, afirmou Luis Rua. 

 

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