Economia

Armazenagem agrícola no 2º semestre de 2020 fica em 176,3 milhões de toneladas

Dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

10/06/2021 - 11:15 | Por Redação - SBA | Siga-nos no Google News

A capacidade disponível para armazenamento no Brasil no segundo semestre de 2020 foi de 176,3 milhões de toneladas, 0,1% inferior ao semestre anterior, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de estabelecimentos ficou em 7,9 mil, mantendo-se estável. Entre as regiões, apenas Sudeste e Sul tiveram quedas, de 0,1% em ambas, com as demais regiões mantendo estabilidade.

O Rio Grande do Sul possui o maior número de estabelecimentos de armazenagem (1.923) e o Mato Grosso a maior capacidade (43,6 milhões de toneladas).

Os silos predominam no país, com capacidade para armazenar 87,3 milhões de toneladas no segundo semestre de 2020, ou 49,5% da capacidade do país. Em relação ao primeiro semestre de 2020, houve aumento de 0,6% nessa capacidade.

O estoque de produtos agrícolas totalizou 28 milhões de toneladas em 31 de dezembro de 2020, com alta de 5,7% frente a 31 de dezembro 2019. 

Entre os cinco principais produtos agrícolas, os estoques de milho representaram o maior volume (14 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de trigo (4,6 milhões), soja (4,2 milhões), arroz (1,6 milhão) e café (1,3 milhão). 

Frente a 31 de dezembro de 2019, houve acréscimos nos estoques do milho (18%), trigo (12,3%) e café (28%), enquanto a soja (-23,7%) e o arroz (-4,3%) apresentaram quedas. Somados, estes produtos representam 92,2% do total estocado. Os 7,8% restantes são compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor e outros grãos e sementes.
 

 

Informações por IBGE/ Foto de capa por Pixabay

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