Índia abre mercado para a carne suína brasileira

País aumentou em 113,9% as exportações brasileiras do agronegócio neste ano

Índia abre mercado para a carne suína brasileira

País aumentou em 113,9% as exportações brasileiras do agronegócio neste ano

Pecuária
Por Esthéfanie Vila Maior - SBA
27/09/2018 às 14h
A alíquota de importação do país é de 30%

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu informações sobre a abertura de mercado na Índia para a carne suína brasileira e seus produtos. Até então, o principal fornecedor tem sido a Bélgica.

“Agora, compete ao setor privado brasileiro atuar para que as exportações aconteçam e que o produto seja bem recebido pelos consumidores indianos”, comentou o ministro do Mapa, Blairo Maggi.
 
A alíquota do imposto de importação para esse tipo de produto na Índia é de 30%, com exceção da salsicha, que é de 100%. Além disso, o importador paga também um GST (equivalente ao ICMS) de 12%. A carne suína importada no país não compete com a carne local, que tem público consumidor diferente. 

O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Odilson Ribeiro e Silva, destacou o crescimento de 113,9% das exportações brasileiras do setor para o país entre janeiro e agosto deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

No último mês, o governo indiano já havia autorizado a compra de embriões bovinos “in vitro” do Brasil. Foi uma conquista do mercado nacional, já que a Índia historicamente sempre foi fornecedora de material genético zebuíno ao país.

Em junho, juntamente com o setor privado, o Mapa lançou o programa de estímulo à produção de feijão e pulses (grão de bico, ervilha, lentilha), para atender demanda interna, mas especialmente de olho no mercado indiano, que consome esses produtos como fonte de proteína.

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