Fórum Econômico Mundial sobre sustentabilidade começa em Nova York

CNA participa de encontro pela primeira vez e apresenta dados do Brasil

Fórum Econômico Mundial sobre sustentabilidade começa em Nova York

CNA participa de encontro pela primeira vez e apresenta dados do Brasil

Internacional
Por Esthéfanie Vila Maior - SBA
24/09/2018 às 14h

O Fórum Econômico Mundial sobre sustentabilidade começou nesta segunda-feira (24), em Nova York, com o tema “O impacto do desenvolvimento sustentável”. O evento conta com a participação de mais de 700 entidades públicas e privadas do mundo inteiro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está presente pela primeira. A entidade será representada pelo diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, e pela superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra.

Os dois dias de programação do evento contam com mesas de discussão e painéis simultaneamente. “Nós, CNA e Senar, escolhemos painéis que envolvem o uso de água, novas tecnologias de agricultura, pesquisas sobre fontes alternativas de proteínas. Também vamos participar de painéis sobre o desafio de alimentar a população mundial crescente, mudanças climáticas e como isso vai impactar a agricultura, principalmente a agricultura tropical. Então é uma diversidade de painéis sobre os mais diversos assuntos, como financiamento de mercados verdes, de mercados sustentáveis, mecanismos de financiamento que podem estimular esse tipo de mercado e sobre blockchain”, explica a superintendente.

No evento, serão apresentados dados de sustentabilidade do Brasil, que são pouco conhecidos, a forma como o país vem produzindo e as mudanças que enfrenta. “Infelizmente, a fama que o Brasil tem lá fora não faz jus ao que o produtor está fazendo de fato. O produtor já fez uma grande modificação na sua forma de produzir, aplicando técnicas cada vez melhores de uso racional dos recursos naturais. Então nós vamos para apresentar dados científicos que mostrem essa mudança, como por exemplo, os dados que mostram que o Brasil preserva 66% da sua vegetação nativa em diferentes tipos de propriedades, que temos uma área de preservação que nenhum outro país do mundo consegue ter, que temos um aumento de produtividade muito grande sem precisar aumentar a área produtiva, o que também os outros países não conseguem fazer”, comenta.

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