Economia

Agronegócio gerou 12,3 mil empregos em abril

Resultado para geração de emprego em todo o país é o melhor para abril desde 2013

27/05/2019 às 17h   |   Por Adriano Falleiros - SBA

Foto: Divulgação

O setor da Agropecuária foi um dos grandes responsáveis pela geração de empregos no Brasil em abril de 2019. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado no final da semana passada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Entre as 129.601 novas vagas de emprego com carteira assinada em abril, o Agro foi responsável por  12,3 mil postos.

Em todo o país, foram registradas 1.374.628 admissões, contra 1.245.027 desligamentos. Este foi o melhor resultado para abril desde 2013. Na época, o Caged registrou a criação de 196.913 vagas. Terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes no mês, o número reflete a recuperação do contingente de empregos formais em abril desde 2017.

No acumulado do ano, de janeiro a abril, foram gerados 313.835 postos de trabalho e o estoque de empregos chegou a 38,7 milhões.

O resultado de abril de 2019 está diretamente relacionado aos setores de Serviço, Indústria de Transformação e Construção Civil, responsáveis pela maior parte da geração de empregos no mês. Destaca-se ainda que o saldo de emprego foi positivo nos oito setores econômicos.

Em abril, o setor de Serviços abriu 66.290 vagas de emprego e apresentou saldo positivo em todos os seis subsetores, com crescimento de 0,38% em relação ao mês anterior. A Indústria de Transformação gerou 20.479 novos postos formais, saldo positivo em sete dos 12 subsetores. Na Construção Civil foram criados 14.067 postos de trabalho, impulsionado pelo subsetor de construção de edifícios, que abriu 5.365 vagas, e pela construção de rodovias e ferrovias que criou 2.148 postos de trabalho.

Comparando-se com o mesmo mês de 2018, o saldo em abril de 2019 foi superior em 13,7 mil postos de trabalho. Nessa comparação, os saldos foram maiores principalmente nos setores da Agropecuária (12,3 mil), Comércio (três mil) e Serviços (dois mil) e menores nos setores da Indústria de Transformação (3,6 mil) e Construção Civil (0,3 mil).

Com informações  da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho 


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