Agronegócio

ABPA divulga elevação de 5,6% nas exportações de carne suína em 2019

Rússia se destaca como terceiro principal comprador da carne suína brasileira

14/03/2019 às 15h   |   Por Rosa Cabral - SBA

As exportações totais de carne suína  in natura e processados alcançaram a casa de 54,09 mil toneladas no mês de fevereiro.  O resultado corresponde a 26,5% do volume de carne suína embarcada no segundo mês de 2018, período que registrou exportação de 42,7 mil toneladas. As informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apontam ainda que os embarques de carne suína geraram receita de US$ 100,1 milhões, fechando a em 13,5% superior ao saldo de fevereiro de 2018, ficando em US$ 88,2 milhões.

Foto: Divulgação

O bom momento é graças ao desempenho das vendas de fevereiro, quando o saldo positivo acumulado das exportações em 2019 nos dois primeiros meses, alcançou 102,6 mil toneladas, os números correspondem volume de 5,65% acima do embarcado no primeiro bimestre do ano passado, quando pontuou 97,1 mil toneladas.

Em receita, US$ 191,7 milhões, totalizaram as vendas deste o ano, o que corresponde 4% menor comparado ao resultado do primeiro bimestre de 2018, com registro de US$ 199,6 milhões.

O mercado da Rússia reaberto em novembro do ano passado, foi responsável pela importação de 11 mil toneladas no primeiro bimestre deste ano. E assim se consolidando como sendo o terceiro principal destino do produto brasileiro.  A China está ranqueada em primeiro lugar como mostra a tabela do ranking.


 

RANKING

PAÍS

VOLUME BIMESTRE (MIL TONS)

SHARE

1

CHINA

20,614

20,40%

2

HONG KONG

20,274

20,10%

3

RUSSIA

11,030

10,90%

4

ANGOLA

8,147

8,10%

5

CHILE

7,012

6,90%

6

URUGUAI

6,770

6,70%

7

ARGENTINA

6,084

6,00%

8

CINGAPURA

5,469

5,40%

9

GEORGIA

2,205

2,20%

10

FILIPINAS

1,603

1,60%

 “A forte elevação das vendas de carne suína para a Rússia e para outros mercados aponta para um horizonte otimista nas exportações do setor.  Neste contexto de recuperação de vendas, é importante manter fluxo de embarques em diversos mercados, para reduzir a dependência em torno de poucos destinos de exportação.”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

 


 

 


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